EM 1966?

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O ano? 
Era 1966, e assim como todo começo da história de uma comunidade, a de Machados não poderia ser diferente, tínhamos um Legislativo e Executivo enfrentando diversos dilemas para conseguir com que a cidade desse seus primeiros passos “com suas próprias pernas”. Essa missão, não era fácil diante das limitações e falta de recursos da época. Hoje, temos tecnologias que nos auxiliam até nos mais simples serviços/atividades. A “sensação” da época era a máquina de datilografia e, em uma dessas, foi escrita a lei de nº 26 de maio de 1966. Essa lei autorizava a instalação de uma Escola Municipal na propriedade Califórnia deste Município.
Já a lei nº 25 do mesmo ano, tratava da indicação do nome do Sr. Antônio Marques de Oliveira para o Grupo Escolar que se encontrava em construção naquele ano.
Um fato curioso ocorrido em 1966, foi que a lei de número 27, em seu texto dizia expressamente que era proibido a construção de casas de “taipa” nas principais ruas da cidade, estipulando ainda que os limites seriam da entrada até a saída da cidade.
Em 1966, o Poder Executivo foi autorizado a fazer um empréstimo para comprar a casa do Sr. Severino Vieira Filho, para instalar o prédio próprio da Prefeitura. Esse primeiro prédio destinado a ser a Prefeitura Municipal de Machados é onde hoje existe a “Coindustria Machados” que foi construída na gestão do Ex Prefeito Silvio Borba.
Já a lei de nº 29, de 10 de maio, tratava também de um empréstimo, mas, desta feita, era para a construção da Cadeia Pública Municipal e Delegacia da cidade.
A lei de nº 31, tratava da solicitação ao Governador do Estado de um Posto Médico para o município.
Ainda em 1966, Dr. Ênio Pessoa Guerra fez doação de móveis para a Câmara Municipal de Machados, nesta época diante da escassez de recursos, as doações eram de grande valia para o Poder Legislativo. Neste mesmo ano, o Poder Legislativo pode efetuar sua Inscrição como Associado do Palácio das Municipalidades.
Por fim, a lei nº 36 de 18 de novembro, concedia ao Sr. José Barbosa de Sousa, o título de cidadão Machadense, sendo ele a segunda pessoa a receber a honra de se tornar um Cidadão Machadense.

 

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